A Pastoral das Vocações, como parte integrante da vida da Igreja, é uma das suas preocupações fundamentais. Constitui, por isso, uma prioridade pastoral. “Um generoso empenho certamente há-de ser posto – sobretudo através de uma oração insistente ao Senhor da messe (cf. Mt 9,38) – na promoção das vocações ao sacerdócio e de especial consagração. Trata-se dum problema de grande importância para a vida da Igreja em todo o mundo”.
A abundante reflexão da Igreja sobre esta temática, em particular a produzida em Sínodos e Congressos Internacionais, convocados pela Santa Sé, tem-se concretizado em documentos, onde se faz uma análise da situação das vocações e das suas raízes, ao mesmo tempo que são oferecidas perspectivas e orientações para a acção pastoral marcadamente vocacional.
A vocação corre o risco de ser compreendida de um modo individualista e intimista e não tanto como um dom, e de aparecer como um direito que visa apenas a realização de um projecto pessoal de vida segundo critérios subjectivos e selectivos e não segundo o critério evangélico de “perder a vida” por Cristo e pelo Reino.
Todavia, a busca inicial de realização pessoal, muito frequente, deve abrir-se à perspectiva do serviço eclesial. É um processo de crescimento e de abertura de perspectivas da vocação ao ministério ordenado, que deriva da Igreja e da sua mediação, que se faz reconhecer na Igreja, e que se configura, também e necessariamente, como serviço à Igreja.
Acresce a tudo isto que nas nossas comunidades muitos fiéis manifestam desinteresse pela cultura vocacional, esquecendo que todos e cada um dos membros das comunidades cristãs são responsáveis pela promoção das diversas vocações eclesiais para a construção do Reino de Deus, a consagração do mundo e a edificação da Igreja: as vocações ao ministério ordenado e de especial consagração, e as vocações laicais.
Equipa da Pastoral Vocacional
Assistente: Sr. Pe. António Rocha
- Graça Dores / Sebastião
-Gena / Mário Rui
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